contudo, e apesar da melhoria da tecnologia, o dado é apenas 0,3% menor do que a estimativa de 30 anos atrás. O novo dado sobre a profundidade média do oceano, por sua vez, é de 21 a 51 metros menor do que as estimativas anteriores.
As medições por satélite mostram que o fundo dos oceanos "é mais irregular e mais montanhoso do que se imaginava", disse
Smith.Apesar disso, os radares instalados em satélites não são capazes de "ver" o fundo do oceano, explica o pesquisador. Em vez disso, eles medem a superfície submarina, que reflete o que está embaixo. Por exemplo, se há uma cordilheira sob uma determinada parte do oceano, sua presença resultará em uma leve protuberância na superfície da água. "Eu tomo o conjunto dos dados e estimo a localização e a altura das montanhas", diz Smith.
O projeto de medições por satélite cobriu praticamente todos os oceanos do mundo, com exceção de algumas áreas do Ártico, que são cobertas com gelo. O resultado é um "novo mapa-múndi" dos oceanos, acrescenta Smith. "Matt e eu estamos vendo uma imagem melhor da forma e do volume dos oceanos."
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